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    Saúde na Rio+20 permanece aberto a consulta pública
    A Rio+20 foi encerrada oficialmente na sexta-feira, deixando como principal legado a declaração "O Futuro que queremos", que sela o compromisso dos 188 Estados-Membros com uma “economia verde inclusiva”. Os debates relativos ao futuro do planeta, porém, também geraram outros documentos importantes. Entre eles, o Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde – um esforço por ampliar as temáticas da saúde na pauta de reflexões sobre o século 21.
    O texto foi criado pela Fundação Oswaldo Cruz antes mesmo da conferência e mantém-se aberto a consulta pública até 4 de maio. Ou seja: trata-se de um documento ainda em construção, e apresentado ao público da Rio+20 durante a Cúpula dos Povos. Sua formulação foi pensada a partir de três pilares fundamentais: o econômico, o ambiental e o social, todos atualmente em crise, e todos decisivos para a saúde. A proposta é que o Saúde na Rio+20 dialogue com a declaração O Futuro que queremos, e que o produto desse trabalho gere um livro sobre saúde, ambiente e desenvolvimento sustentável.
    Debates na Cúpula dos Povos
    A Fundação também participou da Rio+20 com inúmeras outras atividades. O Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, uma articulação entre a Fiocruz, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), recebeu debates como aquele gerado pelo painel Mapas, resistências e movimentos por justiça ambiental, economia solidária e agroecologia, que mostrou como a tecnologia de sistemas de informação pode ser um instrumento de luta e articulação social. A roda de conversa A luta da favela pela saúde ambiental: pela participação popular no comitê de sub-bacia da Baía de Guanabara, na qual comunidades reivindicaram maior participação no debate e na gestão pública ambiental. E o encontro Cidades na linha de frente das alterações climáticas debateu a atual vulnerabilidade dos centros urbanos.

    Saúde na Rio+20 permanece aberto a consulta pública

    O Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde – um esforço por ampliar as temáticas da saúde na pauta de reflexões sobre o século 21 segue aberto à consulta pública. Leia mais.

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    A Rio+20 foi encerrada oficialmente na sexta-feira, deixando como principal legado a declaração "O Futuro que queremos", que sela o compromisso dos 188 Estados-Membros com uma “economia verde inclusiva”. Os debates relativos ao futuro do planeta, porém, também geraram outros documentos importantes. Entre eles, o Saúde na Rio+20: desenvolvimento sustentável, ambiente e saúde – um esforço por ampliar as temáticas da saúde na pauta de reflexões sobre o século 21.

    O texto foi criado pela Fundação Oswaldo Cruz antes mesmo da conferência e mantém-se aberto a consulta pública até 4 de julho. Ou seja: trata-se de um documento ainda em construção, e apresentado ao público da Rio+20 durante a Cúpula dos Povos. Sua formulação foi pensada a partir de três pilares fundamentais: o econômico, o ambiental e o social, todos atualmente em crise, e todos decisivos para a saúde. A proposta é que o Saúde na Rio+20 dialogue com a declaração O Futuro que queremos, e que o produto desse trabalho gere um livro sobre saúde, ambiente e desenvolvimento sustentável.

     

    Debates na Cúpula dos Povos

     

    A Fundação também participou da Rio+20 com inúmeras outras atividades. O Espaço Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, uma articulação entre a Fiocruz, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), recebeu debates como aquele gerado pelo painel Mapas, resistências e movimentos por justiça ambiental, economia solidária e agroecologia, que mostrou como a tecnologia de sistemas de informação pode ser um instrumento de luta e articulação social. A roda de conversa A luta da favela pela saúde ambiental: pela participação popular no comitê de sub-bacia da Baía de Guanabara, na qual comunidades reivindicaram maior participação no debate e na gestão pública ambiental. E o encontro Cidades na linha de frente das alterações climáticas debateu a atual vulnerabilidade dos centros urbanos.

     

     

    Fonte: Fiocruz

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